Depois de muito correr atrás e de muito levar na cara, eu finalmente notei que ELE não É o cara, o MEU cara. Não existe mais aquilo de antes, aquele "amor"... uuii... foi estranho até mesmo escrever essa palavra.
Depois de tanto tempo eu me sinto ridícula ao escrevê-la aqui. Como se eu fosse a mais estúpida das criaturas ao crer verdadeiramente que esse sentimento imaginário existe. Chega a ser deprimente ver que eu cheguei a esse nível da doença.
Enquanto eu ouço essas músicas de meninas que como eu se apaixonaram um dia e que agora se rendem ao rock-desabafo, penso o que ELE deve estar fazendo nesse exato momento. Provavelmente no shopping com os amigos e as "amigas", é claro. Elas são presença indispensável agora. Aliás, agora não, ja faz algum temp. Mas, é claro, eu não sabia. Típico.
Uma em especial tem me tirado dos eixos. Sempre ela. Mas eu DETESTO sair dos trilhos por terceiros, a menos que eu tenha algum tipo de "prazer" com isso, o que com certeza não éo caso. Eu não sou assim, não surto por coisas menores. Como minha mãe me disse ontem, meu problema não são elas, e sim ELE. Ou seja, corte o mal pela raíz, ainda que a raíz seja o que você mais quer. É o que eu vou fazer, porque isso me consome e faz mal só a mim. Até porque, minha mãe disse já estar decepcionada por eu não ter colocado um fim nessa situação, e como ELE mesmo ama jogar na minha cara, eu já a decepcionei demais, e ela nem sabe. Sendo assim, não posso impor mais isso a uma pessoa que me quer tão bem.
Tem tanta gente no mundo, tantas pessoas que eu conheço todo dia. Uma delas pode ser o que eu procuro e pensei já ter achado. Ou pode não ser. Nesse caso eu não ligo nem um pouco em continuar procurando.
Cada um faz as escolhas que quer. Diante disso é melhor eu fazer a minha, porque acredito já estar bem claro que já foi feita a de terceiros. O resto é consequência dessas escolhas. E pra ser sincera, eu já não tenho mais nada a perder.
Como alguém que não tem nada pode perder algo?
