A Conversa

Depois de tanto ser dito em blogs, como este por exemplo, viu-se a necessidade de uma conversa franca entre os quatro maiores envolvidos nas situações descritas. I., J., X., e eu precisávamos colocar os pingos nos "is" e X. providenciou para que se fosse feito. I. não abriu a boca. J. falou algumas vezes, e foi importante, porque assim descobrimos que ela estava em uma situação delicada e que não a fazia bem algum. Praticamente só eu e X. falamos. A melhor parte foi que eu percebi que nem em tudo eu estava certa, e dessa vez eu preferia mil vezes errar.

X. se mostrou muito sensato, fiel aos seus princípios e concordou comigo que as verdades não são absolutas. Percebemos que somos muito parecidos, que protegemos nossos amigos e que fazemos qualquer coisa para atingir nossos objetivos e os deles. Nos sentimos responsáveis por eles, por alguns em especial.

Eu o admiro muito, mesmo com algumas ressalvas, como escrevi hoje em sua porta. Foi bom saber que somos tão parecidos, pois assim eu posso entender melhor com quem eu lido, e ele também.

Quase tudo resolvido. Ponto.

2 comentários:

Anônimo disse...

Conversa boa mesmo. NECESSARIA!

fala tu?


Juh ♥ disse...

Necessária demais! Eu não queria, mas é a vida cara. Senão um ia acabar matando o outro! Rs*

Postar um comentário