Como eu disse pra ele, detesto nãoter o controle da situação, não saber o que esperardo futuro. Sinto-me assim nesse exato momento. Hoje eu procurei por algo que não consegui identificar. Eu queria falar com alguém em especial, e eu não consegui, em parte. Não sei quem. Ou melhor, acho que sei, e não era uma pessoa só.

Eu tenho reprimido um desejo, menos forte do que pensei que seria, de saber como ELE está. É demasiado fraco em relação ao que eu pensei que enfrentaria. Em compensação, hoje, ele me importunou o dia inteiro, sempre que eu pensava ter me livrado dele. Nãoconseguicolocar pra fora, uma vez que o msn se recusou a abrir e o blog muito menos. Então me rendi aos encantos da madrugada pra tentar a sorte, e por incrível que pareça, deu certo. Rs*

Mas ultimamente não é ELE que não sai da minha cabeça. Um outro alguém roubou de uma hora pra outra oseu lugar. Pelo menos no lado racional. É uma situação delicada, na qual meu egoísmo fica visível pra quem acompanha o ciclo de dentro. Saber qual é o certo a se fazer e, novamente, optar pelo errado apenas pra não perder o que julgo necessário. Depois das conversas de sábado à noite ficou bem claro o que eu devo fazer. Mas, é claro, eu tomei minha própria decisão, que condiz apenas com meus anseios, com meus desejos, e depois do fim nada agradável de uma história, eu coloco outra em risco, pelo simples prazer de viver perigosamente.

Dessa vez eu estou melhor preparada. Disso eu tenho certeza. Vamos ver como eu me saio, porque o que está em jogo não é mais um namorico com promessas vis, é toda uma história, um sentimento, momentos perfeitos, e de certa forma, uma vida.

Uma coisa é certa: eu não quero magoar ninguém, muito menos a ele. Por mais que eu seja uma criatura má, vingativa, egoísta e calculista, algum resquício de humanidade ainda existe em mim. E ele é que divide a minha caixa de Pandora, dentro da minha cabeça.

Vejamos no que isso vai dar.

See us.

0 comentários:

Postar um comentário