Eu estive muito empenhada em fingir que tudo se acertaria da melhor forma possível, sem mágoas ou desistências. Errei, claro. É sempre muito... muito... frustrante esperar o melhor dele. Nunca acontece, nem por um decreto! Acho que se Jesus Cristo voltar e mandar que ele se decida e passe a agir feito homem, ele não o fará. Deve ser realmente muito difícil escolher entre a liberdade e o compromisso.
Dessa vez ficou acordado que seria dado um tempo para a resolução de assuntos pendentes em outras regiões. Ponto. Tempo dado. Assuntos supostamente resolvidos. E a resposta? A atitude? Nada. A gente nem se fala praticamente.
Por um lado isso é bom. Eu já sei exatamente o que esperar dessa criatura. E pensado bem, a julgar pelo estado de espírito no qual me encontro concluo que não foi tão ruim, afinal, há tempos atrás eu estaria em prantos, terrivelmente abalada e sem perspectiva de futuro. Agora parece mais uma prova que tirei nota abaixo das expectativas, mas, como todas as outras, será amassada e jogada de qualquer maneira no fundo do armário, para que um dia quem sabe, eu possa achá-la, desamassá-la e dar boas risadas com as questões erradas.
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